segunda-feira, 30 de abril de 2012

Financiar imóvel fica até 21% mais barato


Financiar imóvel fica até 21% mais barato

Novas taxas da Caixa Econômica Federal valem para contratos a partir de 4 de maio
A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros voltadas a financiamento imobiliário em até 21% pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação). As novas taxas passam a valer a partir de 4 de maio, data de abertura do 8º Feirão da Caixa.
Os contratos que já existem não serão modificados. Os imóveis de até R$ 500 mil, dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), terão os juros reduzidos de 10% para 9% ao ano. Os clientes da Caixa pagam juros de 7,9% ao ano. O financiamento, neste caso, é de no máximo R$ 450 mil nas condições de SFH.
Para imóveis com valor superior a 500 mil, ou seja, fora do SFH, a taxa de juros vai cair de 11% ao ano para 10% ao ano. Se tiver conta salário no banco, a taxa cai ainda mais, para 9% ao ano.
A redução anunciada ontem pela Caixa é mais uma ofensiva do governo para pressionar os bancos a cortarem os juros. “Estamos num mercado com crescimento potencial. Hoje, detemos mais de 70% deste mercado. Sabemos que o nosso movimento é importante”, disse o vice-presidente de governo e habitação do banco, José Urbano Duarte.
Os bancos privados seguiram o movimento, embora em menor intensidade. Ontem, foi a vez do Citibank anunciar cortes para os clientes pessoa física a partir de 2 de maio.
Fonte: Band      em 27/04/2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

CONSÓRCIO DE IMÓVEIS

Fonte:  imovelweb




Financiamento ou consórcio? Esta é uma das questões frequentes na hora de decidir como comprar a casa própria. Existem formas de pagamentos e financiamentos flexíveis para concretizar o desejo de aquisição do imóvel. É neste momento que surgem dúvidas com relação à comodidade e as possibilidades que o consórcio oferece.
Há alguns meses, a vantagem do sistema de consórcio sobre o financiamento bancário era muito grande. Hoje, esse cenário mudou. “As condições de financiamento melhoraram, a facilidade aumentou e a burocracia na hora de financiar casas e apartamentos por meio dos bancos diminuiu”, analisa Fábio Kurbhi, vice-presidente Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).
“Ainda assim – continua o executivo, as taxas de correção do consórcio continuam mais baixas, o que atrai os investidores. Nos sistemas de consórcio não há juros. O que existe é uma taxa de administração, cujo valor varia de acordo com a empresa contratada, mas é, sem dúvida, bem abaixo dos juros de um financiamento bancário”, esclarece.
Este tipo de compra vem crescendo em todo o país nos últimos anos. Aabic menciona que, de acordo com pesquisas recentes, o Brasil possui mais de meio milhão de consorciados. Entretanto, o prazo para a obtenção do crédito depende de fatores diversos, o que pode não ser atrativo para quem tem pressa de adquirir o bem. “O consórcio é mais requisitado por pessoas que desejam adquirir a propriedade de forma mais econômica, mas com a possibilidade de maior espera”, diz Kurbhi.
No consórcio, explica a Aabic, o cotista aguarda ser sorteado para ter direito a usufruir da carta de crédito, ou opta por reduzir a espera oferecendo um lance (antecipação de valores). O maior lance oferecido no grupo de consorciados é o vencedor. Uma vez que o lance é prerrogativa de todos que participam do grupo, pode ocorrer duas ou mais ofertas no mês, vencendo a de maior valor. Os demais lances não ficam retidos.
Há também casos de pessoas que ao invés de entrar em um consórcio e esperar ser contemplado, optam por comprar a cota de alguém que já tenha sido sorteado. Contudo, alguns cuidados são essenciais na hora da aquisição de um consórcio ou cota contemplada, alerta a Aabic, e oferece orientações, conforme a seguir.
CUIDADOS AO ADQUIRIR CONSÓRCIOS
O interessado deve certificar-se das condições do contrato de cada instituição bancária, e avaliar cuidadosamente o valor das parcelas que poderá assumir.
Na hora de optar por um consórcio, o interessado deve estar ciente de todas as informações necessárias para não cair em armadilhas.
Além de ler atentamente as cláusulas contratuais, o consorciado deve ter conhecimento do registro da instituição no Banco Central, que avalia a capacidade financeira, econômica e gerencial de todas as empresas que oferecem esse tipo de serviço.
CUIDADOS AO ADQUIRIR QUOTA CONTEMPLADA
Confira com a Administradora se a cota é realmente contemplada.
A entrega de qualquer documentação deve ser feita pssoalmente.
É importante que os pagamentos sejam feitos pessoalmente, dentro da administradora de origem da cota, nunca por telefone ou internet.
Desconfie de preços baixos e facilidades que não condizem com a realidade.
Em caso de dúvidas, consulte um advogado de confiança.
Fonte: ImovelWeb

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Corretor de imóveis, o profissional da família


Quando um de nossos familiares está doente, a primeira providência é buscar os cuidados de um médico de confiança para resolver a situação. Da mesma forma, se estamos enfrentando uma pendência jurídica, o advogado é o profissional gabaritado para solucionar o problema.


Os mais antigos devem até se lembrar da figura do médico da família, aquele profissional que tratava todos os pacientes pelo nome e cuja confiabilidade era inquestionável.


Como coordenador do Fórum dos Conselhos de Profissões Regulamentadas, tenho a oportunidade de conviver com representantes de todas as atividades que contam com entidades de fiscalização profissional, assim como a chance de analisar como cada profissão é considerada nesse contexto.


O respeito ao profissional deve ser premissa básica de toda a sociedade, se quisermos manter os valores éticos e morais de nosso País. Os anos de estudo e as incontáveis experiências vividas têm peso fundamental para que as diversas categorias ganhem o espaço e a dignidade que merecem.


E o mesmo esperamos para a profissão de Corretor de Imóveis. Neste ano, nossa categoria estará completando 50 anos de regulamentação. Meio século de trabalho em prol do desenvolvimento das cidades, da vida das famílias, do progresso do País. E mesmo com toda a bagagem que os profissionais adquiriram ao longo desses anos, ainda há pessoas que acham que comprar, vender ou alugar um imóvel é tarefa que não necessita de grande assessoria. Esquecemse de todo o trabalho desenvolvido para encontrar a casa ou o apartamento ideal, da checagem apurada de documentos e certidões, sem falar nas inúmeras visitas à propriedade, na busca por informações sobre o bairro, nas negociações de preços, enfim, no semnúmero de atividades que o profissional de corretagem realiza para concretizar o sonho de seu cliente.


O corretor de imóveis não faz esse trabalho de graça e, obviamente, nem poderia, pois é dessa atividade que garante seu sustento e o de sua família. A taxa de honorários de 6% a 8% estabelecida pela tabela homologada pelo CRECISP é o justo reconhecimento de todo esse esforço desempenhado pelo corretor, e não deve ser menosprezada ou aviltada por ninguém.


Nos plantões de vendas de lançamentos, por exemplo, esperase que a comissão do corretor seja devidamente respeitada, e paga por aqueles que o contrataram e não pelo comprador do imóvel, como é praxe indevidamente estabelecida no mercado.


Não se pode desconsiderar a coresponsabilidade do profissional no negócio imposta pelo Novo Código Civil o que lhe dá um número muito maior de atribuições. Ficam a cargo do corretor, todas as informações sobre as condições estruturais da propriedade, as probabilidades de alterações no zoneamento ou no cenário do bairro onde a mesma está, o acompanhamento da documentação e da assinatura de contratos e escrituras, sanando todas as dúvidas que as partes possam ter com relação à transação. Caso contrário, ele poderá ser acionado judicialmente, se houver algum prejuízo.


A cada entrega de carteira a novos corretores, enfatizo a importância da conduta ética a cada um dos profissionais, o que, em última instância, valoriza toda a categoria perante a sociedade. Também ressalto a reciprocidade dessa relação, com todas as partes envolvidas no negócio dando ao corretor o devido reconhecimento pela intermediação realizada. Somente com esse relacionamento de confiança e respeito é que vamos conseguir um mercado imobiliário moralizado, feito por pessoas corretas e de atitude ilibada em seu dia a dia.


Por: José Augusto Viana Neto 


Fonte: Redimob